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Burnout: quando o corpo decide que chega

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Yuri Peixoto

Psicóloga, mestre em terapia cognitiva comportamental

Burnout é reconhecido pela OMS como fenômeno ocupacional

Desde 2019, o burnout faz parte da Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Não é fraqueza, não é falta de comprometimento — é o resultado de estresse crônico no trabalho mal gerenciado.

“Eu sabia que estava mal quando parei de me importar com coisas que antes adorava fazer.” — relato de paciente (nome preservado)

As três dimensões do burnout

Segundo o modelo de Maslach, o burnout se desenvolve em três dimensões: exaustão emocional (a sensação de estar completamente esgotado), despersonalização (distanciamento e cinismo) e redução da realização profissional (sensação de incompetência e ineficácia).

Fatores organizacionais que contribuem

Carga de trabalho excessiva, falta de controle sobre as próprias tarefas, ausência de reconhecimento, relações tóxicas no ambiente de trabalho e conflito de valores são os principais preditores.

Por onde começar a recuperação?

A recuperação do burnout exige afastamento (quando possível), acompanhamento psicológico e, frequentemente, revisão das condições de trabalho. Conheça como funciona a psicoterapia focada em burnout.

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Sentir-se bem não deveria ser um esforço solitário

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