Compulsão alimentar: quando comer deixa de ser prazer e vira fuga

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Yuri Peixoto

Psicóloga, mestre em terapia cognitiva comportamental

O que diferencia comer compulsivamente de simplesmente comer muito?

A compulsão alimentar é marcada pela sensação de perda de controle durante o episódio — comer rápido, em grandes quantidades, mesmo sem fome física, seguido de culpa ou vergonha intensa.

Diferente da gula pontual ou de um dia de exagero, o Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP) tem critérios clínicos e requer acompanhamento especializado. Não é falta de disciplina.

Gatilhos emocionais mais comuns

Ansiedade, solidão, tédio, estresse e raiva reprimida são os gatilhos mais relatados. A comida funciona como regulador emocional temporário — o problema é o ciclo que se instala depois.

O papel da psicoterapia no tratamento

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia Dialético-Comportamental (DBT) são as abordagens com mais evidência no tratamento da compulsão alimentar. Muitas vezes o acompanhamento é multidisciplinar, envolvendo nutricionista e psiquiatra.

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